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sábado, 5 de outubro de 2013

Veja o que estudar em Ciências da Natureza na reta final para o Enem

Veja o que estudar em Ciências da Natureza na reta final para o Enem

Docentes dizem que reta final deve ser voltada para resolução de questões.
Preparo física e emocional também são apontados como importantes.

Do G1 PI
A um mês da realização das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), o G1 ouviu professores da área de Ciências da Natureza, que englobam as matérias de Biologia, Química e Física para dar dicas aos candidatos. Nos últimos momentos dessa reta final de estudos os três docentes concordam em um ponto: além de resolver questões, os estudante devem se preparar físicamente e emocionalmente.
Professor de Biologia Guilherme Marques Avelino  (Foto: Yara Pinho/G1) 
Professor de Biologia Guilherme Marques Avelino (Foto: Yara Pinho/G1)
 
Biologia
O professor Guilherme Marques Avelino destaca que assuntos como tipos de doenças, evolução e genética, além de ecologia devem ter uma atenção redobrada. Segundo ele, a principal aposta está em questões que englobem esses temas com assuntos do cotidiano.
“As variações de doenças tanto na população brasileira, como na população mundial; a evolução das espécies focando em Darvin e Lamarque, com as questões de genética e principalmente a ecologia voltada aos problemas e impactos ambientais são os assuntos mais recorrentes dentro das questões do Enem. A pesar de na última edição o exame ter fugido um pouco à sua temática, adotando questões mais tradicionais, acreditamos que em 2013 ele volte para suas característica e questões contextualizadas em temáticas do cotidiano”, disse.
Ainda de acordo com o professor, os últimos dias de estudo devem se voltados para a resolução de questões e a preparação mental para a prova. “Os últimos dias devem ser voltados para a resolução de questões, principalmente voltada para os temas que mais vêm sendo cobrados. Isso é muito importante nesse momento pois em muitas ocasiões existe a coincidência de temas e até de questões. Sobretudo, a preparação e a concentração para conseguir realizar um exame tão extenso é um ponto importante a ser trabalhado”, apontou.

Professor de Física Edmundo José de Oliveira  (Foto: Yara Pinho/G1) 
Professor de Física Edmundo José de Oliveira (Foto: Yara Pinho/G1)
 
Física
Para o professor de Física Edmundo José de Oliveira, a eletrodinâmica e a calorimetria devem ser as grandes apostas para o exame deste ano. Assuntos também voltados para o dia a dia devem ser uma marca das questões da área. Há ainda uma expectativa por questões de magnetismo como novidade.
“Todos os tipos de energia, com eletrodinâmica e questões de temperatura (Calorimetria) vem sendo as temáticas mais abordadas nas últimas edições do Enem. Como aposta de novidade este ano vem o magnetismo, que não caiu nas duas últimas edições. Acreditamos que o tema deva cair nessa prova ou com questões de campo magnético ou força magnética”, declarou.
Segundo o professor, nesta reta final os alunos devem aproveitar para preparar os nervos e treinar o que já vem sendo estudando desde o inicio do ano. “O momento agora é para se acalmar e treinar o que já sabe. Para isso, é importante pegar dicas com os professores e revolver questões de temas que vêm sendo mais cobrados pelo Enem. O exame é uma prova mais de velocidade do que de conhecimento de fato”, afirmou.

Professor de Química Abel Fonseca (Foto: Yara Pinho/G1) 
Professor de Química Abel Fonseca (Foto: Yara Pinho/G1)
 
Química
O professor Abel Fonseca explica que a química é dividida em três áreas (química orgânica, química geral e Físico-química) e  que a físico-química tem sido a mais explorada pelo Enem. Para ele, os assuntos mais cobrados no geral são eletrodinâmica, soluções e combustíveis.
“Soluções com o estudo das águas; o equilíbrio de PH e POH, a eletroquímica com as reações de pilhas e até o confronto de físico-química com química orgânica feito em questões que trabalham o gasto de energia com cada tipo de combustível, são os assuntos que mais são cobrados pelo exame”, disse.
Assim como disseram os outros professores, para Abel os últimos dias antes da prova devem ser voltados para colocar em prática os conhecimentos já adquiridos no decorrer do ano. “Esse é o momento para se apegar às estatísticas. Resolver questões de assuntos que vem com sendo abordados com frequência pelo Enem é o melhor caminho nessa reta final. O exame, nas cerca de 15 questões voltadas para física, trabalha em sua maior parte questões com dificuldade de médio para difícil. Apenas três ou quatro questões são de maior grau de dificuldade”, declarou.

Fonte: G1.com

Comvest divulga lista de candidatos a vagas remanescentes na Unicamp

Comvest divulga lista de candidatos a vagas remanescentes na Unicamp

Comissão divulgou relação para análise de compatibilidade curricular.
Processo seletivo para vagas remanescentes oferece 734 oportunidades.

Do G1 Campinas e Região
Entrada do campus de Barão Geraldo, em Campinas (Foto: Antonio Scarpinetti/ Ascom/ Unicamp) 
Unicamp tem 734 vagas remanescentes   (Foto: Antonio Scarpinetti/ Ascom/ Unicamp)
 
A Comissão Permanente para os Vestibulares (Comvest) divulgou a lista de convocados para análise de compatibilidade curricular para vagas remanescentes de transferência para a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). A relação foi publicada nesta sexta-feira (27) e pode ser consultada no site da comissão. Este ano, o processo seletivo aberto para as vagas remanescentes oferece 734 oportunidades para 59 cursos.
Os candidatos convocados devem comparecer à Diretoria Acadêmica (DAC), localizada no pavilhão básico no campus de Campinas (SP), das 9h às 16h30 entre os dias 7 e 11 de outubro.

Confira a lista de documentos necessários:
I. Comprovante de reconhecimento ou autorização de funcionamento do curso em que se encontra matriculado, exceto para candidato oriundo de IES estrangeira ou de cursos de graduação da própria Unicamp;

II. Histórico Escolar atualizado até a data da inscrição, contendo notas, unidades de créditos e/ou respectivas cargas horárias das disciplinas cursadas, exceto para alunos de cursos de graduação da Unicamp;

III. Atestado de matrícula, contendo disciplinas com unidades de créditos e/ou respectivas cargas horárias em curso, exceto para alunos de cursos de graduação da Unicamp;

IV. Programas pormenorizados das disciplinas cursadas e das disciplinas em curso, devidamente carimbados e assinados pelas IES de origem, exceto para alunos de cursos de graduação da Unicamp. As assinaturas nos programas das disciplinas devem ser identificadas, ao menos na última folha de cada programa (carimbo do funcionário responsável pela emissão do programa);

V. Para portadores de diploma de curso superior, cópia do respectivo diploma registrado, Histórico Escolar completo, bem como o solicitado no item IV.
A Comvest orienta que os documentos dos itens I, II e III devem estar devidamente carimbados e assinados ou conter código de autenticidade. As assinaturas devem estar identificadas. No ato da entrega da documentação, os candidatos devem apresentar ainda a Cédula de Identidade (RG) para brasileiros, Registro Nacional de Estrangeiro para estrangeiros residentes no Brasil ou Carteira expedida por Órgão de Classe ou Carteira Nacional de Habilitação (CNH).
Os alunos de graduação da Unicamp não precisam entregar a documentação, mas devem obrigatoriamente comparecer para assinar uma lista.

Prova
A comissão divulgará no dia 4 de dezembro a lista de convocados para as provas específicas de conhecimento. Os critérios e conteúdos estão disponíveis no site da Comvest. As provas serão realizadas de 9 a 14 de dezembro.

Fonte: G1.com

Acesso à literatura contribui com uma sociedade mais humanizada

Acesso à literatura contribui com uma sociedade mais humanizada

Professora Flávia Suassuna acredita todos devem ter direito à arte.
A leitura de livros permite o respeito pelas diferenças.

Do G1 PE
( Para assistir o vídeo acima basta clicar no link a seguir: http://g1.globo.com/pernambuco/vestibular-e-educacao/noticia/2013/09/acesso-literatura-contribui-com-uma-sociedade-mais-humanizada.html ).

A literatura não é apenas distração, hobby para aqueles que gostam da ler. Na história da humanidade, ela é fundamental nas mudanças sociais, na evolução do comportamento humano e na construção da identidade cultural.  A disciplina e suas funções na sociedade foram abordadas na reportagem do Projeto Educação desta sexta-feira (27).
No Recife, o endereço da literatura poderia ser o casarão localizado na Rua Santana, número 122, na Zona Norte da Cidade. No local, está a União Brasileira de Escritores (UBE). “Nesta casa, de Paulo Cavalcanti, temos atividades literárias todos os dias da semana. Nós entendemos que as pessoas que leem entendem melhor o mundo. E compreendendo melhor o mundo, elas podem ser felizes de uma forma mais pura”, comentou Alexandre Santos, presidente da UBE.

De portas abertas para anônimos e ilustres, a UBE guarda as obras de centenas de escritores, artesãos da palavra que nos ajudam a compreender a sociedade.  “Se você compreende que faz parte de conjunto de seres, saberes, sentires, você se sente dentro de um processo humano. E isso faz com que você faça o acolhimento do outro e de si mesmo. E isso faz com que você tolere o outro e que seja capaz de compreender o outro na sua diferença e na sua semelhança. Na verdade, considero que a literatura é um direito humano”, falou a professora Flávia Suassuna.

Livros permitem o convívio com as diferenças (Foto: Reprodução / TV Globo) 
Livros permitem o convívio com as diferenças
(Foto: Reprodução / TV Globo)
 
A literatura também permite algo muito importante: a fabulação. “Um causo, uma piada, anedota, mito. Tudo isso são fabulações, elementos com os quais a gente vai elaborando, inclusive elementos inconscientes e subconsciente. Nas entrelinhas de um texto, tem muita coisa que a gente pode pensar, aprender a tolerar. Gosto muito de dizer que nunca conheci os russos, mas que gosto dos russos, porque eu li Tolstói e Dostoiévski. Quando eu li ‘O Caçador de Pipas’, também me identifiquei com o narrador. Então, a literatura traz a possibilidade de trabalhar a diferença e a semelhança, aquele tutano humano que nós temos”, comentou Flávia.
Para toda a humanidade, a literatura pode ser considerada um bem. “Essa é uma discussão antiga, formulada por um sociólogo francês chamado Lebret. Ele distingue a natureza dos bens. Há aqueles bens que podem ser negados e os que não podem. A literatura  parece ser um bem negável, mas a gente precisa aprofundar a discussão para que as pessoas compreendam. Quando a gente discute a literatura, a gente discute os direitos humano. Toda desumanização a que a gente tem submetido o ser humano recentemente é um traço perigoso da humanidade.  A gente tem que lutar por um processo de humanização. E, no centro desse processo, está a discussão do acesso à literatura”, finalizou Flávia Suassuna.

Fonte: G1.com

Temas das redações no Enem costumam combinar diversas áreas

Temas das redações no Enem costumam combinar diversas áreas

Adivinhar qual tema será cobrado mexe com a imaginação dos alunos.
Enem sempre cobra temas atuais e considerados sociais, diz professor.

Catarina Costa Do G1 PI
Uma das maiores preocupações entre os candidatos do Exame Nacional do Ensino Médio é a redação. Além de mostrar que conhecem o assunto sugerido na prova, os estudantes precisam apresentar propostas de possíveis soluções, unindo o domínio do conteúdo à habilidade para argumentação. Adivinhar qual tema será cobrado em cada edição mexe com a imaginação dos professores e alunos, sem falar da surpresa na hora da prova com assuntos que puxam para outras áreas.

Exame Classificatório para 2.250 vagas  em cursos técnicos da instituição (Foto: Ellyo Teixeira/G1) 
Candidato precisa ter interação com as disciplinas para produzir um bom texto (Foto: Ellyo Teixeira/G1)
 
Para o professor de redação João Carlos, o Enem sempre cobra temas da atualidade considerados sociais, mas a cada ano vem desmistificando a ideia de que o exame trata somente assuntos batidos, como meio ambiente e violência.
"O tema de 2012 foi um susto. Ao abordar o movimento imigratório para o Brasil no século XXI, o exame mandou um recado claro para não ficarmos apenas nestes temas simples. A tendência é falar de assuntos com intertextualidade, tratar sobre a imigração era pura geografia e quem estudou para esta disciplina se deu bem na prova", lembra.
Sobre arriscar um tema para a redação de 2013, ele alega ser muito difícil acertar, mas elenca quatro sugestões, que segundo o professor, têm grande probabilidade de cair no exame. "Eu sempre aposto em temas que trabalho em sala de aula, como a juventude e as transformações sociais, pegando como gancho as manifestações de junho deste ano. Outros palpites seriam os jovens e as incertezas do futuro, o espaço que o homem habita, e o desafio do envelhecimento da população no século 21. São temas muito interessantes para quem vai fazer o Enem", revela.
João Carlos destaca que para desenvolver os temas é preciso ter uma interação com outras disciplinas. De acordo com o mestre, para uma boa redação sobre o desafio do envelhecimento da população, o estudante precisa saber o que é uma pirâmide etária, compreender o alargamento do ápice dela para produzir um texto interessante.
Saber quais são os temas que já foram trabalhados na redação do Enem também é uma boa dica para entender a estrutura da prova e os tipos de assuntos que geralmente são tratados. Em geral, a proposta de tema da redação é acompanhada de outros materiais que podem ajudar a ter ideias de como desenvolver o seu texto. Podem ser trechos de textos, fotos, charges, tiras etc.
Confira abaixo os temas cobrados pelo Enem em suas quatro últimas edições.

Temas abordados nas últimas quatro edições do Enem (Foto: Adelmo Paixão)

Fonte: G1.com

Leitura e boa interpretação garantem êxito na prova de Ciências Humanas

Leitura e boa interpretação garantem êxito na prova de Ciências Humanas

Área cobra conhecimento de História, Geografia, Filosofia e Sociologia.
Política, economia e movimentos sociais estão inseridos nas perguntas.

Patrícia Andrade Do G1 PI
A prova de Ciências Humanas e suas Tecnologias é a que dá ‘boas vindas’ ao candidato no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). No dia 26 de outubro, primeiro dia de prova, os mais de 7 milhões de inscritos responderão 45 questões objetivas relacionadas às disciplinas de História, Geografia, Filosofia e Sociologia. Política, economia, movimentos sociais e cultura estão inseridos no contexto das perguntas.

Professores da área são quase unânimes ao dizer que o sucesso no Enem passa pela boa leitura e interpretação das questões propostas. É claro, ter um embasamento teórico será fundamental na resolução da prova, mas é necessário saber interpretar o enunciado da questão.

O G1 ouviu professores da área de Ciências Humanas e preparou algumas dicas de estudo para essa reta final.

Professor de História Pitágoras Aires (Foto: Patrícia Andrade/G1) 
Professor de História Pitágoras Aires (Foto: Patrícia Andrade/G1)
 
História
A História do Brasil vem sendo bastante cobrada nas últimas edições do exame. No entanto, de acordo com o professor Pitágoras Aires, no último Enem houve um equilíbrio nas questões relacionadas à História Geral e História do Brasil.

O Período Republicano e movimentos sociais são temas já recorrentes. A escravidão, no contexto do processo abolicionista ou ainda nos problemas raciais, também é um assunto presente nas questões. O candidato também deve voltar atenção para o período conhecido como a Era Vargas, que impulsionou o desenvolvimento do capitalismo no Brasil.

“Também merece atenção a Comissão da Verdade e os atos da Ditadura Militar. Todos esses temas citados são cruciais. É importante para o candidato ler atentamente o enunciado da questão e tentar tirar o máximo do texto para compreender o que está sendo pedido. O candidato tem que procurar saber qual o contexto de cada época para fazer uma melhor associação. Uma boa leitura e embasamento teórico garantem o sucesso na prova”, destacou.
Professor de Geografia Márcio Jorge (Foto: Patrícia Andrade/G1) 
Professor de Geografia Mário Jorge (Foto: Patrícia Andrade/G1)
 
Geografia
Para o professor Mário Jorge, quatro temas fundamentais são cobrados dentro das questões relacionadas à Geografia: Economia, Agropecuária, Meio Ambiente e Questões Humanas. Dentre os aspectos econômicos devem ser abordados as fontes de energia, produção e evolução tecnológica do setor e ainda a sustentabilidade e problemas ambientais relacionados ao uso dessas fontes.

O comércio internacional e o Brics – grupo de países emergentes – também estão entre os temas cobrados e dentro desse contexto o professor destaca os países que apresentaram crescimento econômico como a China e o Brasil.

A Agropecuária, o desenvolvimento desse setor e a expansão da fronteira agrícola da soja com a chamada região Mapitoba (Maranhão, Piauí, Tocantins e Bahia) merecem atenção do candidato, assim como o tema Meio Ambiente com os problemas urbanos, produção de energia, atividade agrária e as convenções como o Rio +20.

“Questões humanas como Mobilidade Urbana, emprego, crescimento das cidades e os problemas da atualidade também são cobrados. Dentro das questões mais atuais estão a quase guerra na Correia do Norte, retomada dos problemas com a Síria e ainda as manifestações pelo Brasil”, destacou o professor.

Jane de Oliveira, professora de Sociologia (Foto: Patrícia Andrade/G1) 
Jane de Oliveira, professora de Sociologia (Foto: Patrícia Andrade/G1)
 
Sociologia
De acordo com a professora Jane de Oliveira, política, cultura e os movimentos sociais que surgiram a partir das redes sociais na internet, são os temas que devem pautar as questões relacionadas à atualidade.

Para esta abordagem, a dica da professora é a leitura do que vem sendo produzido pelo sociólogo espanhol Manuel Castells, autor do livro ‘A Sociedade em Rede’ e considerado um dos grandes estudiosos sobre a ebulição dos movimentos sociais a partir da internet.

“Esse é um tema que vem sendo cobrado desde 2010 e que deve estar presente nessa edição. Na internet há um bom material produzido pelo sociólogo e que deve ser importante para compreender esse tema”, destacou a professora.

Dentro do contexto político deve ser avaliada a relação entre os poderes e a judicialização da vida política. O trabalho na contemporaneidade e sua flexibilização, também merece atenção. A indústria cultural, a questão indígena no Brasil e ainda as comunidades quilombolas.

Fonte: G1.com

Presidente do Inep explica mudanças no Enem e tranquiliza candidatos

Presidente do Inep explica mudanças no Enem e tranquiliza candidatos

Veja entrevista com Luiz Cláudio da Costa.
Provas são em 26 e 27 de outubro; MG é o 2º estado em número de inscritos.

Do G1 MG, com informações do Bom Dia Minas
( Para assistir ao vídeo acima basta clicar no link a seguir: http://g1.globo.com/minas-gerais/noticia/2013/09/presidente-do-inep-explica-mudancas-no-enem-e-tranquiliza-candidatos.html ).

Estudantes de todo o Brasil que se inscreveram para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) vão fazer provas nos dias 26 e 27 de outubro. Em entrevista nesta quinta-feira (26), o presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Luiz Cláudio da Costa, esclareceu alguns pontos da correção e tranquilizou estudantes sobre a segurança do processo seletivo. Ele assegurou que o participante vai ter a prova bem avaliada por corretores treinados e experientes.
Minas Gerais foi o segundo estado que mais teve inscrições para o Enem. Mais de 800 mil pessoas fizeram o cadastro no estado. São Paulo teve o maior número de pessoas inscritas com 1,1 milhão. Em todo o Brasil, foram 7.173.574 inscritos. O número é recorde na história de 15 anos do exame do MEC, e 26% maior que o do ano passado.
Costa explica que o tempo de correção – 2,5 minutos por redação – segue estudos científicos e que cada prova vai passar por dois corretores independentes. “Este ano também nós corrigimos aquilo que a gente chama de discrepância para 100 pontos. Ou seja, um corretor e outro corretor, se a diferença foi maior que 100 pontos, vai para um terceiro corretor. Mantida a discrepância, vai para uma banca de três especialistas”, afirma. O trabalho vai ser feito por 9,5 mil profissionais experientes, incluindo mestre e doutores. Um treinamento já foi iniciado e outro será feito após a liberação do tema, afirmou o presidente do Inep.

No último ano, a correção das redações gerou polêmica, pois algumas provas com conteúdo inadequado foram pontuadas. Mudanças foram adotadas. “Aqueles estudantes que mostram descompromisso com o exame, que colocam partes desconexas, querem fazer brincadeira, vão ter nota zero. No modelo antigo tiveram nota 5, ou seja, 500 pontos. Agora não”, disse. O momento de pressão e ansiedade por que passa o candidato vai ser considerado. “É possível você permitir um erro que mostre que ele [candidato] tem domínio da norma culta e que aquilo foi nervosismo, foi ansiedade”, completou.

Para Costa, o Enem “democratiza” o acesso ao ensino superior. “Se você observa o modelo anterior, que o Brasil fez muito bem, o modelo do vestibular, ele por essência exclui. Porque você faz previamente a inscrição em uma instituição, em um curso, e se você não tiver condições financeiras, você pode fazer um só. Hoje o estudante faz o Enem e, a partir daí, ele tem à sua disposição, como no ano passado, 101 instituições, 3,7 mil cursos e 130 mil vagas. Isso democratizou o acesso com qualidade, ou seja, nós temos o Brasil melhor representado nas nossas instituições”, afirma.

Enem
Criado em 1998, o Enem tem suas notas usadas no processo seletivo do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), para vagas em universidades e institutos federais. O exame já tinha sido adotado em sua totalidade por várias universidades de destaque como a UFRJ e UFF, e nesta edição substituirá os vestibulares da UFMG, UnB, UFJF, Ufes e UFRN, entre outras.
O Enem também é usado para o candidato pedir bolsa de estudos pelo Programa Universidade para Todos (Prouni), solicitar benefícios do Programa de Financiamento Estudantil (Fies), e obter certificado de conclusão do ensino médio.
Quem for usar o Enem para obter a certificação de conclusão do ensino médio deverá indicar uma das instituições certificadoras que estará autorizada a receber seus dados cadastrais e resultados. Para receber a certificação, é necessário tirar nota mínima de 450 nas quatro provas e 500 na redação.

Fonte: G1.com

UFPR divulga calendário de 2014 e prevê recesso na Copa do Mundo

UFPR divulga calendário de 2014 e prevê recesso na Copa do Mundo

Aulas começam no dia 10 de fevereiro, para todos os cursos.
Primeira fase do Vestibular será no dia 9 de novembro.

Do G1 PR
A Universidade Federal do Paraná (UFPR) divulgou o calendário letivo para o ano de 2014. As aulas do primeiro semestre do ano estão programadas para iniciar no dia 10 de fevereiro e o recesso da instituição, no meio do ano, vai ocorrer entre os dias 16 de junho e 13 de julho. O calendário pode ser acessado na página da UFPR.
 
  Conforme o calendário, no dia 12 de junho, também haverá recesso, em função da abertura da Copa do Mundo. Já o tradicional Festival de Inverno da UFPR está marcado para ocorrer entre 19 e 26 de julho.
As provas da primeira fase do Vestibular para os alunos que vão ingressar em 2015 estão marcadas para o dia 9 de novembro, enquanto a segunda fase vai ocorrer nos dias 30 de novembro e 1º de dezembro.
O calendário também define as atividades para os novos cursos e campi, em Jandaia do Sul, Palotina e Pontal do Sul, bem como define as aulas dos cursos de Fisioterapia, Engenharia Mecânica noturno e Medicina, que têm algumas datas diferentes do restante dos cursos.

Fonte: G1.com