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terça-feira, 8 de março de 2016

UEM divulga lista dos estudantes aprovados no Vestibular de Verão

UEM divulga lista dos estudantes aprovados no Vestibular de Verão

Matrícula deve ser feita de 21 a 23 de março, exclusivamente pela internet.
Nesta edição, 14.405 inscritos concorreram a 1.541 vagas ofertadas.

Do G1 PR
A Universidade Estadual de Maringá (UEM) divulgou a lista dos aprovados do Vestibular de Verão nesta segunda-feira (7). A relação com todos os nomes dos calouros está disponível no site da UEM.

A matrícula dos aprovados em primeira chamada deverá ser efetivada entre os dias 21 e 23 de março, exclusivamente pela internet. No dia 4 de abril, a Diretoria de Assuntos Acadêmicos publicará o Edital de vagas, em segunda chamada. As aulas terão início no dia 11 de abril.

Nesta edição, o concurso registrou 14.405 inscrições para as 1.514 vagas ofertadas pela instituição. O Vestibular de Verão foi realizado entre 14 e 16 de fevereiro, e 30% dos inscritos faltaram as provas. Esse foi o maior índice de desistência do processo seletivo já registrado pela universidade.
Segundo a Comissão Central do Vestibular Unificado (CVU), o curso mais concorrido foi medicina, com 219,4 candidatos por vaga. Na lista dos mais concorridos ainda apareceram Arquitetura e Urbanismo, com 43,9 candidatos/vaga, Direito noturno com 35,1 candidatos/vaga, e Odontologia, com 34 candidatos/vaga.

Fonte: G1.com

Unicamp divulga quinta chamada do vestibular 2016; confira os nomes

Unicamp divulga quinta chamada do vestibular 2016; confira os nomes

A instituição prevê até dez chamadas; matrícula deve ser feita até quinta (10).
Este ano, a universidade ofereceu 3,3 mil vagas em 70 cursos de graduação.

Do G1 Campinas e Região
Campus da Unicamp no distrito de Barão Geraldo, em Campinas (Foto: Fernando Pacífico / G1)Campus da Unicamp no distrito de Barão Geraldo, em Campinas (Foto: Fernando Pacífico / G1)
A Unicamp divulgou nesta segunda-feira (7) a quinta chamada do vestibular 2016. A lista dos convocados pode ser acessada na página da Comissão Permanente para os Vestibulares (Comvest). Clique aqui para ver os nomes. Este ano, a universidade ofereceu 3,3 mil vagas em 70 cursos de graduação.
A instituição prevê este ano até dez chamadas. A matrícula desta fase será feita, segundo a organização, na quinta-feira (10), das 9 horas às 12 horas, nos respectivos campi.

Calendário
A Comvest informou também que a sexta chamada será divulgada na quinta-feira. Já a matrícula deverá ser realizada no dia 10 de março.
No entanto, as notas e a classificação dos candidatos já estão disponíveis para consulta na página da entidade.
Vestibular 2016
Este ano, mais da metade dos aprovados no vestibular 2016 da Unicamp são oriundos da escola pública, informou a Comvest. De acordo com a universidade de Campinas, a marca é inédita, porque representa quase o dobro do resultado alcançado em 2015.
A Unicamp recebeu 77,7 mil inscrições para o vestibular 2016. Segundo a comissão organizadora do exame, este foi o sétimo ano consecutivo em que houve recorde de candidatos na disputa pelas vagas.
Os cinco cursos mais concorridos concentraram 44,6% dos estudantes na primeira fase, segundo a Comvest. Ao todo, 34,6 mil candidatos se inscreveram para as 295 oportunidades em medicina, arquitetura e urbanismo, midialogia, ciências biológicas e engenharia civil.

Fonte: G1.com

Nota do Enem 2015 para treineiros é divulgada

Nota do Enem 2015 para treineiros é divulgada

Provas foram aplicadas no dias 24 e 25 de outubro.
Quase 6 milhões de candidatos fizeram as provas.

do g1, em São Paulo
O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou nesta terça-feira (8) as notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2015 para os estudantes chamados de treineiros, que ainda não concluíram o ensino médio.
Para acessar a nota o estudante precisa de CPF e a senha e clicar em http://enem.inep.gov.br/participante/#/login.
As provas foram aplicadas no dias 24 e 25 de outubro para mais de 5,7 milhões de candidatos. Destes, 924.519 eram treineiros.
As notas para os demais candidatos foi divulgada no dia 8 de janeiro.
Os treineiros fazem o Enem apenas como autoavaliação, como eles não concluíram o ensino médio e ainda não têm 18 anos não podem usar o resultado para participar de programas ou disputar vagas no ensino superior.
Os candidatos que fizeram o Enem 2015 ainda aguardam a divulgação do espelho da redação. Em janeiro, o Ministério Público Federal e o Inep firmaram um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) para que as redações fossem liberadas em até 60 dias após a divulgação das notas, que saíram no dia 8 de janeiro.

Provas de 2015
Considerado por alguns professores como o Enem mais difícil, a edição 2015 foi marcada por polêmicas e avanços. Nenhuma ocorrência grave contra a segurança da prova foi verificada, apesar de 740 candidatos terem sido eliminados.
Em relação ao conteúdo, a escolha do tema da redação foi elogiada por destacar a permanência da violência contra as mulheres na sociedade. O debate sobre feminismo esteve presente nos mais de 3,7 milhões de posts no Twitter gerados pelo Enem.
A edição 2015 também teve o reajuste da taxa de inscrição (subiu após 11 anos, de R$ 35 para R$ 63). Entre as mudanças, o MEC também diminuiu o acesso à gratuidade, suspendeu o envio do cartão de inscrição pelos Correios e buscou diminuir custos com a prova.

Fonte: G1.com

sábado, 19 de dezembro de 2015

Lei cria programa de combate ao bullying nas escolas brasileiras

Lei cria programa de combate ao bullying nas escolas brasileiras

Publicada na edição do Diário Oficial da União desta segunda-feira (9), a nova lei entrará em vigor em 90 dias

Vítima de bullying
A norma considera bullying "todo ato de violência física ou psicológica, intencional e repetitivo que ocorre sem motivação evidente, praticado por indivíduo ou grupo, contra uma ou mais pessoas"(Thinkstock/VEJA)
A presidente Dilma Rousseff sancionou lei que institui a prevenção do bullying em escolas de todo o território nacional. O Programa de Combate à Intimidação Sistemática, publicado na edição desta segunda-feira (9) do Diário Oficial da União (DOU), entra em vigor em 90 dias.

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Também está no rol de finalidades da lei "promover a cidadania, a capacidade empática e o respeito a terceiros, nos marcos de uma cultura de paz e tolerância mútua" e "evitar, tanto quanto possível, a punição dos agressores, privilegiando mecanismos e instrumentos alternativos que promovam a efetiva responsabilização e a mudança de comportamento hostil".
A norma considera bullying "todo ato de violência física ou psicológica, intencional e repetitivo que ocorre sem motivação evidente, praticado por indivíduo ou grupo, contra uma ou mais pessoas, com o objetivo de intimidá-la ou agredi-la, causando dor e angústia à vítima, em uma relação de desequilíbrio de poder entre as partes envolvidas".
De acordo com a lei, oito atos podem ser caracterizados como prática sistemática de intimidação, humilhação ou discriminação: ataques físicos; insultos pessoais; comentários sistemáticos e apelidos pejorativos; ameaças por quaisquer meios; grafites depreciativos; expressões preconceituosas; isolamento social consciente e premeditado; e pilhérias.
Também há na lei menção ao cyberbullying, pelo qual são usados os instrumentos da internet "para depreciar, incitar a violência, adulterar fotos e dados pessoais com o intuito de criar meios de constrangimento psicossocial".
O texto estabelece que é dever do estabelecimento de ensino, dos clubes e das agremiações recreativas assegurar medidas de conscientização, prevenção, diagnóstico e combate à violência e à intimidação sistemática. A lei ainda determina que deverão ser produzidos e publicados relatórios bimestrais das ocorrências de intimidação sistemática nos Estados e municípios para planejamento das ações.
(Com Estadão conteúdo)

Fonte: Veja

Países se comprometem a aumentar investimento em educação até 2030

Países se comprometem a aumentar investimento em educação até 2030

O Marco de Ação Educação 2030 foi aprovado durante a Conferência Geral da Unesco e determina investimento entre 4% e 6% do Produto Interno Bruto (PIB) para a educação

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A 38ª Conferência Geral da Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco) reuniu 195 países em Paris(Thinkstock/VEJA)
O Marco de Ação Educação 2030 foi aprovado por unanimidade na última quarta-feira (4) durante a 38ª Conferência Geral da Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco), que reuniu 195 países, em Paris. Entre as metas acordadas pelos presentes está o investimento entre 4% e 6% do Produto Interno Bruto (PIB) para a educação, a depender do tamanho do país e da demanda educacional.

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O documento fornece uma orientação aos países para garantir oportunidades educacionais igualitárias para todos. São propostas de implementação, coordenação, financiamento e revisão das metas de educação para os próximos 15 anos. Os elementos essenciais do Marco foram acordados no Fórum Mundial de Educação de Incheon, na Coreia do Sul, em maio deste ano, quando foram estabelecidos 7 objetivos globais para a educação. A intenção é que os países se comprometam a ajudar a cobrir globalmente o déficit de 40 bilhões de dólares para a educação, principalmente nas regiões onde as necessidades são mais agudas.
Metas nacionais - O Brasil é um dos países que assumiu o compromisso. No entanto, de acordo com o Plano Nacional de Educação (PNE), a meta brasileira é de investir pelo menos 10% do PIB na educação até 2024. Atualmente, de acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), o Brasil investe 6,6% do PIB no setor.
A coordenadora de Educação da Unesco no Brasil, Rebeca Otero, disse que o novo marco vai na mesma direção do PNE, fortalecendo ainda mais a agenda educacional. "Um dos grandes desafios no Brasil, neste momento de cortes orçamentários, é manter os recursos necessários para o conjunto das metas do PNE e para as metas do Marco de Ação", disse.
Continuidade - O documento foi aprovado por mais de 70 ministros, representantes dos estados-membros das Nações Unidas, de agências multilaterais e bilaterais, da sociedade civil, de organizações regionais, de docentes, da academia, da juventude e do setor privado.
O Marco de Ação Educação 2030 dará continuidade ao Marco de Ação de Dakar, Educação para Todos: Cumprindo nossos Compromissos Coletivos, firmado em 2000 por 164 países e que vigorou até este ano. De acordo com a Unesco, um terço dos países conseguiu cumprir as metas e a falta de recursos está entre os principais motivos dos demais não terem chegado à meta.
(Com Agência Brasil)

Fonte: Veja

Renda familiar será fator de desempate em vestibulares de instituições públicas

Renda familiar será fator de desempate em vestibulares de instituições públicas

A nova norma, que altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, foi publicada no Diário Oficial da União nesta quinta-feira (5)

A segunda fase do vestibular da Fuvest começou neste domingo (6) com provas de português e redação, vão até terça-feira
O texto determina que, se houver empate na nota dos exames, a prioridade de matrícula será dada a quem tiver renda familiar inferior a dez salários mínimos(Ivan Pacheco/VEJA)
A presidente Dilma Rousseff sancionou uma lei que estabelece a renda como critério de desempate em vestibulares de instituições públicas. A nova norma, publicada na edição desta quinta-feira (5) do Diário Oficial da União (DOU), altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, que regulamenta o sistema educacional público e privado do Brasil.

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O texto determina que, se houver empate na nota dos exames, as instituições públicas de ensino superior darão prioridade de matrícula aos alunos que comprovarem ter renda familiar inferior a dez salários mínimos, caso mais de um candidato se enquadre neste caso, a prevalência é do que demonstrar a menor renda familiar.
A norma é resultado de um projeto de lei que havia sido aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados, em setembro deste ano.
(Com Estadão conteúdo)

Fonte: Veja

MEC vai lançar processo seletivo para preencher 150 mil vagas na educação superior

MEC vai lançar processo seletivo para preencher 150 mil vagas na educação superior

O anúncio foi feito nesta sexta-feira (4) pelo ministro da educação, Aloizio Mercadante, durante a divulgação do Censo da Educação Superior

Prouni oferece bolsas de estudo em instituições privadas de ensino superior
A decisão do lançamento do concurso se deu após a análise de dados que apontaram um número expressivo de vagas ociosas nas universidades(Thinkstock/VEJA)
O Ministério da Educação (MEC) vai lançar um Sistema de Seleção Unificada (Sisu) para preencher 150.000 vagas remanescentes do ensino superior público - 100.000 delas só em universidades federais. A decisão se deu após a análise do Censo da Educação Superior 2014, divulgado nesta sexta-feira (4), que apontou um número expressivo de vagas ociosas.

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O ministro Aloizio Mercadante informou que, a partir do ano que vem, os repasses do MEC às universidades não serão mais em função do número de vagas, mas sim do total de matrículas efetivadas. "Por isso estamos confiantes na adesão voluntária em massa das instituições. Quanto mais vagas ocupadas, maiores serão suas receitas."
Atualmente, disse ele, as vagas remanescentes são ocupadas de forma descentralizada, por iniciativas das próprias instituições. A nova plataforma deve entrar no ar depois do Sisu convencional, previsto para janeiro - há a possibilidade de que seja somente após os resultados do ProUni e do Fies.
No dia 17, o MEC vai se reunir com a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) para definir os critérios da seleção. Além da nota no Exame Nacional de Ensino Médio (Enem), deve ser levado em conta ao desempenho acadêmico do candidato e avaliação do curso no qual ele está matriculado - para os casos de alunos que queiram migrar da rede privada para a pública, por exemplo. A região original do candidato também poderá ser um critério de admissão. Por fim, se ainda sobrar lugar, a ideia é abrir o sistema a pessoas já graduadas, que estejam buscando um segundo diploma.
Censo - De acordo com o Censo da Educação Superior, há 114.000 vagas remanescentes na rede federal, 36.000 na rede estadual e 26.000 na municipal. No ano passado, o número total de vagas remanescentes era de 114.000. Todas as instituições públicas poderão se credenciar para disponibilizar suas vagas no novo Sisu.
De acordo com os dados, o Brasil tinha em 2014 7.828.013 matrículas no ensino superior, sendo 5.867.011 na rede privada e 1.961.002 na rede pública. O número cresceu 224% em 15 anos devido, principalmente, ao aumento da oferta de cursos particulares. No ano passado, um em cada três alunos estavam matriculados na rede particular.
(Com Estadão Conteúdo)

Fonte: Veja