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domingo, 21 de julho de 2013

UEFS aplica provas na BA; redação aborda manifestações populares

UEFS aplica provas na BA; redação aborda manifestações populares

Estudantes fazem o vestibular 2013.2 até a terça-feira (16).
Primeiro dia de exames teve 16,57% de abstenção.

Do G1 BA
UEFS (Foto: Ney Silva/Acorda Cidade)Portões foram abertos às 7h15 deste domingo, em Feira de Santana (Foto: Ney Silva/Acorda Cidade)
 
A Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS) começou, na manhã deste domingo (14), a aplicação das provas do Vestibular 2013.2. Neste primeiro dia de exames, foram aplicadas as provas de Língua Portuguesa e Literatura Brasileira, Língua Estrangeira e Redação. Confira aqui o gabarito.
A abstenção dia foi de 16,57%, o equivalente a 1.578 ausentes dos 9.526 inscritos. A aplicação do vestibular continua na segunda-feira (15) com as provas de História, Geografia e Matemática. Terça-feira (16), último dia, serão aplicadas as provas de Física, Química e Biologia.
Os portões são abertos às 7h15 e fechados às 7h50, dez minutos antes do horário previsto para início das provas. Após o fechamento dos portões, não é permitida a entrada de candidatos. A prova tem duração de quatro horas.
O tema da redação para os alunos foi "a importância das manifestações populares para a construção de uma sociedade democrática". Segundo informações da universidade, os candidatos refletiram sobre a conjuntura política, social e econômica do país com abordagem de assuntos que estão em discussão no cotidiano.
De acordo com a UEFS, 16 candidatos foram excluídos do vestibular neste domingo por porte irregular de aparelhos eletrônicos, como celulares.
A Uefs inscreveu 9.525 candidatos que disputam 870 em 25 cursos. Com 43,45 candidatos por vaga, Direito é o curso mais concorrido. Neste processo seletivo, não há oferta de vagas para Medicina, Farmácia e Licenciatura em Música, cursos em que vestibular é realizado uma vez ao ano, no primeiro semestre.
A instituição inscreveu 162 candidatos indígenas e 74 quilombolas. A UEFS oferece duas vagas a mais, por curso, para pessoas que comprovadamente residem nestas comunidades.

UEFS (Foto: Ney Silva/Acorda Cidade)UEFS aplicou primeiras provas neste domingo, na Bahia (Foto: Ney Silva/Acorda Cidade)
 
Fonte: G1.com

Veja como é e quanto dura o curso de medicina em 15 países e no Brasil

Veja como é e quanto dura o curso de medicina em 15 países e no Brasil

Nova proposta para o Brasil pode ampliar curso de seis para oito anos.
Levantamento do G1 mostra que só dois países têm formação tão longa.

Ana Carolina Moreno Do G1, em São Paulo
A proposta do governo federal de ampliar a duração dos cursos de medicina no Brasil pode fazer com que o país passe a exigir no mínimo oito anos de estudo e prática dos estudantes para que eles consigam o diploma e o registro profissional de médico. O novo currículo aproxima o Brasil de países como Estados Unidos e África do Sul como os que exigem o maior período até que um médico seja permitido a exercer a profissão, segundo levantamento feito pelo G1 das regras de formação na área em 15 países.
Em todos eles, o curso de medicina é um dos mais compridos, exigentes e concorridos --em nenhum dos casos é possível se formar com menos de seis anos de estudos, como é a realidade brasileira atual. Além disso, todos preveem que, antes de receber o diploma e o registro profissional, o médico em formação tenha algum tipo de prática e contato com pacientes, sob o acompanhamento de professores e médicos já formados.
Quanto duram os cursos de medicina no Brasil e em 15 países (Foto: Editoria de Arte/G1)

Essa parte do curso é conhecida como "clínica" e em geral acontece dentro do hospital, onde os alunos, orientados pelas universidades, são confrontados com diversos casos médicos e demonstram seu conhecimento sobre como diagnosticá-los e tratá-los. Antes da obtenção do diploma, parte dos países exige algum tipo de estágio nos moldes do divulgado pelo governo neste mês. Em alguns deles, esse trabalho é feito no formato de serviço social comunitário  (veja a tabela ao lado).
O levantamento considera apenas as fases obrigatórias para que o estudante receba o registro de médico. Em todos os casos, após essa etapa, os profissionais ainda seguem estudando em programas de residência (ou internato, termo usado em Portugal) e outros cursos de especialização e pós-graduação.

Modelos semelhantes
Os dois casos citados pelo ministro da Educação, Aloizio Mercadante, como inspiração para o novo modelo brasileiro são o Reino Unido e a Suécia, que exigem no mínimo sete anos de preparação para a profissão médica.
Nas escolas britânicas, o curso é dividido em dois ciclos: no primeiro os estudantes têm aulas teóricas e práticas. No segundo, chamado Programa de Fundação, eles são alocados em clínicas e hospitais e, durante dois anos, sempre sob supervisão, demonstram terem aprendido os fundamentos ensinados na escola. Ao fim do primeiro ano, os supervisores do aluno decidem se ele está apto a receber o registro definitivo. Essa fase é administrada pelo Serviço Nacional de Saúde do país.
Na Suécia, os cinco anos e meio de faculdade são divididos em dois anos e meio de ciclo préclínico e três anos do ciclo clínico. Antes de se formarem, porém, os estudantes fazem um estágio com duração de 18 meses.
Outros países onde o estudante leva pelo menos sete anos para conseguir se tornar médico são Chile, Grécia e Rússia.

Graduação mais curta no Brasil
Em entrevista ao G1, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que a inspiração tirada dos demais países foi "a ideia de implantar dois anos de concentração na atenção básica em saúde e na urgência e emergência, e que esses dois anos aconteçam no final da formação".
Segundo ele, o fato de o Brasil passar a ter uma das formações mais longas entre alguns dos principais países do mundo não significa que o currículo não possa ser alterado no futuro. "No modelo inglês, primeiro eles implantaram os dois anos de serviço e depois começaram a reduzir o primeiro ciclo", disse.
Ainda de acordo com o ministro, as regras do estágio ainda deverão ser detalhas pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) nos próximos meses. Existe a possibilidade, por exemplo, de que os dois anos de formação possam contar como um ano de residência ou pós-graduação. Segundo ele, os anos extras na graduação poderão, assim, ser descontados no futuro.
Serviço social
Na Grécia, sete anos é a duração da formação em alguns casos, já que a fase de trabalho antes do diploma só é compulsório para os estudantes que desejam atuar em hospitais e serviços públicos. Nesse caso, eles precisam passar por um período de estágio em áreas rurais do país. Quem pretende atuar apenas em clínicas privadas não precisam passar por isso.
Além da Grécia, o Egito também exige que todo estudante de medicina atue na área durante um ano antes de conseguir o registro. No caso egípcio, o trabalho é feito em hospitais mantidos pelo governo.
Na Alemanha, o governo tem incentivado propostas de inovação e flexibilização no currículo. Por isso, o estágio obrigatório dos estudantes na área de enfermaria, que dura cerca de três meses, não precisa ser a última etapa antes da formatura.
No último ano dos cursos de medicina da África do Sul, os estudantes de medicina, assim como os que estão matriculados em qualquer curso na área da sáude, precisam cumprir o Serviço Comunitário Compulsório (CCS, na sigla em inglês). Esse programa foi instituído no fim da década de 1990 para suprir a falta de profissionais da área em várias partes do país e é mantido pelo Departamento de Saúde do governo do país. No total, os aspirantes sul-africanos a médicos levam oito anos para começar a exercer a profissão.
No modelo inglês, primeiro eles implantaram os dois anos de serviço e depois começaram a reduzir o primeiro ciclo"
Alexandre Padilha,
ministro da Saúde
 
Medicina como pós-graduação
Nos EUA, o curso de medicina só é oferecido no nível de pós-graduação --é um dos poucos países onde isso acontece. Por isso, um estudante interessado em se tornar médico no país precisa, primeiro, fazer um curso de graduação (conhecido por lá como "undergraduate") que contemple os requisitos para o acesso a uma escola de medicina, como aulas de ciência.
Além disso, as universidades selecionam seus alunos com base em outros quesitos, como atividades extracurriculares. A duração da etapa que precede a formação médica de fato, na grande maioria dos casos, é de quatro anos.
Depois, os estudantes passam dois anos em salas de aulas e laboratórios e outros dois conhecendo a profissão de perto, em hospitais, antes de seguirem para a residência. No total, oito anos são necessários.

Fonte: G1.com

Inep publica edital sobre aplicação do Revalida a estudantes brasileiros

Inep publica edital sobre aplicação do Revalida a estudantes brasileiros

Prova será aplicada no dia 25 de agosto.
Amostra compreende 3.745 alunos de 17 cursos privados e 15 públicos.

Do G1, em São Paulo
O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) publicou no Diário Oficial desta segunda-feira (15) o edital que detalha como será a aplicação do pré-teste do Revalida, exame de revalidação de diplomas de medicina estrangeiros, a estudantes brasileiros, conforme antecipado pelo G1 na última semana.
A prova vai ser aplicada no dia 25 de agosto. Segundo o Inep, a amostra de participantes brasileiros envolve 32 cursos e 3.745 concluintes do curso de medicina, representando todas as regiões do país. Desse total, 17 cursos são de instituições de ensino superiores privadas e 15 públicas - os nomes das instituições serão divulgados futuramente, de acordo com o Inep.
Segundo o edital, os estudantes que participarão do exame são parte de uma amostra elaborada pelo Inep e pela Secretaria de Educação Superior do Ministério da Educação (SESu/MEC) além de instituições que, em 2013, utilizarão o pré-teste como instrumento de avaliação em seus processos de revalidação de diplomas médicos. Todas elas aceitaram espontaneamente participar do estudo, informa o Inep.
O texto publicado no DO informa que a aplicação das provas tem por "finalidade exclusiva subsidiar análises sobre a avaliação aplicada na primeira etapa do Revalida, e com ele não se confunde, tendo em vista sua adequação às Diretrizes Curriculares Nacionais dos cursos de medicina". Ou seja, o objetivo é testar em estudantes brasileiros a prova aplicada àqueles que estudaram no exterior.
O edital detalha o processo de inscrição: os coordenadores das instituções participantes irão cadastrar os alunos que poderão prestar o pré-teste. Em seguida, cada estudante tem de confirmar junto ao Inep, pela internet, se fará de fato a prova.

'Mais Médicos'
Os novos médicos que serão contratados pelo programa anunciado pelo governo federal no dia 8 de julho, o "Mais Médicos", estarão dispensados do Revalida. Eles terão uma autorização temporária de três anos para exercer a medicina sem ter de validar o diploma no Brasil.
Como o índice de reprovação do Revalida é muito alto (veja tabela ao lado), a intenção do governo é aplicar entre os alunos brasileiros que estudam no país para testar habilidades e competências.
O Revalida é um exame nacional criado pelo Ministério de Educação que representa a porta de entrada tanto para estrangeiros quanto brasileiros que se formaram no exterior exercerem a medicina no Brasil. Ele é uma exigência para que o diploma seja válido no país.
Pelo exame, enquanto o médico não for aprovado e não obtiver a revalidação do diploma pelas instituições do ensino público, ele fica impedido de atuar no país. Se um médico for reprovado no Revalida, ele pode se inscrever para fazer o exame do ano seguinte.
Em 2012, 884 pessoas de várias partes do mundo se inscreveram para o Revalida, e apenas 77 (menos de 9%) conseguiram a aprovação no exame.
O Brasil respondeu pela grande maioria dos inscritos (560), mas apenas 7% dos candidatos foram aprovados. O país ficou na sexta colocação no ranking de índices de aprovação. Os países que obtiveram o maior êxito neste quesito foram Venezuela (27%) e Cuba (25%), apesar de o número absoluto de inscritos ter sido pequeno. Nenhum candidato com nacionalidade de países da Ásia, África ou América do Norte conseguiu passar na prova do MEC.
Diplomas que mais ajudam no Revalida
Os dados do Inep sobre as provas aplicadas em 2012 indicam que os cursos de medicina de Portugal são os que melhor preparam os médicos para a aprovação no Revalida. No ano passado, dos oito diplomados no país incritos na prova, três conseguiram passar, o equivalente a 37%.
No lado oposto da tabela estão as universidades bolivianas, que expediram a maioria dos diplomas de quem se inscreveu no Revalida mais recente. Apenas 4% dos 411 inscritos na prova formados em instituições bolivianas conseguiram a permissão do governo federal para exercer a medicina no Brasil. (veja na tabela abaixo).
 
ÍNDICE DE APROVAÇÃO, SEGUNDO O PAÍS DE ORIGEM DO DIPLOMA DOS CANDIDATOS INSCRITOS
País de
origem
do diploma
Nº de inscritos Nº de aprovados
2011 2012 2011         2012    
Portugal 0 8 - 3 (37%)
Venezuela 16 15 4 (25%) 4 (26%)
Argentina 56 69 13 (23%) 14 (20%)
Espanha 16 26 0 (0%) 5 (19%)
Peru 45 33 5 (11%) 5 (15%)
Cuba 140 182 15 (11%) 20 (11%)
Colômbia 19 28 6 (32%) 3 (11%)
Paraguai 17 50 1 (6%) 2 (4%)
Bolívia 304 411 14 (5%) 15 (4%)
Outros países da Europa 18 21 2 (11%) 5 (24%)
Outros países da Am. Latina 42 37 5 (12%) 1 (3%)
Países da África 0 2 - 0 (0%)
Países da Ásia 2 1 0 (0%) 0 (0%)
Países da Am. do Norte 2 1 0 (0%) 0 (0%)
Fonte: Inep/MEC

A Venezuela ficou na segunda posição no ano passado. As instituições do país aprovaram 27% de seus estudantes que participaram da prova.
Entre os 26 candidatos que se formaram em medicina na Espanha, 19% conseguiram a aprovação. Na edição de 2011 do Revalida, porém, todos os 16 candidatos formados em instituições espanholas foram reprovados. Estudantes de instituições de outros dez países europeus não especificados pelo Inep tiveram índice de aprovação de 24%.
O Brasil não figura na tabela porque quem se formou no país não é obrigado a prestar o exame para exercer a profissão.

Padronização do teste
O exame foi criado em 2011 com o objetivo de unificar o processo de revalidação em consonância com as diretrizes curriculares nacionais dos cursos de medicina. Antes do Revalida, cada instituição de ensino superior estabelecia os processos de análise seguindo a legislação.
Segundo informações divulgadas no site do Inep, o exame cobra habilidades e competências das cinco grandes áreas da medicina: cirurgia; medicina de família e comunidade; pediatria; ginecologia-obstetrícia e clínica médica. Há níveis de desempenho esperados para as habilidades específicas de cada área.

O exame é aplicado em duas etapas: avaliação escrita, composta por uma prova objetiva, com questões de múltipla escolha, e uma prova discursiva. Numa segunda etapa, é realizada a avaliação de habilidades clínicas.

Fonte: G1.com

Veja a classificação geral do vestibulinho das Etecs

Veja a classificação geral do vestibulinho das Etecs

Matrículas devem ser feitas na terça (16) e na quarta-feira (17).
Segunda chamada deve sair até a quinta-feira (18).

Do G1, em São Paulo
O Centro Paula Souza divulgou nesta segunda-feira (15) a lista de classificação geral do vestibulinho de meio de ano das Escolas Técnicas Estaduais (Etecs) de São Paulo (veja link ao lado). De acordo com a instituição, as matrículas dos aprovados devem ser feitas na terça (16) e na quarta-feira (17).
A relação disponível no site do Centro Paula Souza traz os nomes dos aprovados no primeiro módulo e no processo de avaliação e certificação de competências, exigida para o acesso às vagas remanescentes do segundo módulo.
Todos os candidatos devem levar os seguintes documentos para a matrícula: identidade (ou a carteira de habilitação com foto, ou documento de ordens e conselhos profissionais); CPF e duas fotos 3x4 recentes e iguais. Quem tem menos de 16 anos deve estar acompanhado de um representante legal.
Quem estiver cursando ou já tiver concluído o ensino médio deve levar comprovante de matrícula ou o certificado do ensino médio, com histórico escolar (original e cópia). O mesmo vale para quem estiver cursando ou já tiver terminado o ensino para jovens e adultos, ou quem conseguiu a certificação do ensino médio por meio do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
A segunda chamada do vestibulinho deve sair até a quinta-feira (18), e as matrículas serão feitas até a sexta (19).

Cursos mais concorridos
Os quatro cursos técnicos com maior índice de candidatos por vaga nesse processo seletivo foram: enfermagem, da Etec Carlos de Campos, da Capital, (11,50 c/v, no período da manhã); segurança do trabalho, Etec Dona Escolástica Rosa, de Santos (11,33 c/v, à noite); administração, classe descentralizada da Etec Dra. Maria Augusta Saraiva – EE João Crispiniano Soares, Guarulhos (11,17 c/v, à noite); e edificações, Etec Júlio de Mesquita, Santo André (10,83 c/v, à noite).
A prova reuniu 50 questões de múltipla escolha, cada uma com cinco alternativas, relacionadas às diferentes áreas do saber (científico, artístico e literário), à comunicação e à expressão, em diversos tipos de linguagem, abrangendo conhecimentos comuns do ensino fundamental, de 5ª a 8ª série ou do 6º ao 9º ano.
Outras informações podem ser obtidas pelos telefones (11) 3471-4071 (Capital e Grande São Paulo) e 0800-772 2829 (demais localidades).

Fonte: G1.com

USP São Carlos cria programa que simplifica textos para ajudar na leitura

USP São Carlos cria programa que simplifica textos para ajudar na leitura

Projeto pode auxiliar pessoas com distúrbios de compreensão de textos.
Palavras complexas são substituídas por mais simples e frases encurtadas.

Do G1 São Carlos e Araraquara
( Para assistir o vídeo acima, basta clicar no link a seguir: http://g1.globo.com/sp/sao-carlos-regiao/noticia/2013/07/usp-sao-carlos-cria-programa-que-simplifica-textos-para-ajudar-na-leitura.html )

Pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), do
campus
de São Carlos (SP), desenvolveram um programa de computador para ajudar quem tem dificuldades para ler e incentivar quem quer aprender. Segundo o pesquisador Thiago Pardo, o projeto também pode ser utilizado por quem tem distúrbios graves de compreensão de textos. “Pessoas com algum tipo de deficiência cognitiva, como demência, afasia e dislexia, podem se beneficiar do texto adaptado e simplificado. O projeto também serve para outras vertentes, como aprendizes de outras línguas e crianças aprendendo em várias séries”, afirmou Pardo.
A invenção, criada no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC), levou dois anos para ficar pronta. Quando encontra palavras mais complexas, o sistema traz sinônimos.  Outra ferramenta diminui as frases muito grandes.

Programa desenvolvido na USP de São Carlos simplifica textos (Foto: Reginaldo dos Santos/EPTV)

“Ele trabalha com adaptação textual. Tem três grandes formas de adaptar um texto: simplificar a parte sintática, cortando sentenças longas em menores, trocando palavras difíceis por mais comuns;  também sumarizar, tornar o texto mais curto pegando a parte principal dele e dar uma definição curta para um conceito mais complexo”, explicou a pesquisadora Sandra Aluísio.

Dificuldades
Um levantamento feito pelo Indicador Nacional de Alfabetismo Funcional (Inaf) mostrou que 68% da população brasileira possui um nível de alfabetização rudimentar e básico, que pode representar dificuldades para ler e entender o que está escrito.

O professor de informática Isaias Gomes Paz constata as dificuldades dos alunos em sala de aula. Ao ler um texto simples da internet, uma menina de nove anos ficou confusa. “É o analfabetismo funcional, quando a criança consegue identificar as palavras, entender e digitar, porém não consegue compreender o conteúdo que essa palavra representa”, disse Paz.

A equipe da USP instalou o programa no computador usado nas aulas de informática.  Quando o sistema resumiu o texto, a estudante conseguiu compreender. “Agora está fácil, o texto está menor”, contou a menina.
O programa pode ser acessado pela internet. Para simplificar a leitura, basta colar um texto e escolher o modo com palavras mais fáceis ou com frases mais curtas.

Projeto levou dois anos para ser desenvolvido na USP de São Carlos (SP) (Foto: Reginaldo dos Santos/EPTV)Projeto levou dois anos para ser desenvolvido na USP de São Carlos (Foto: Reginaldo dos Santos/EPTV)
 
Fonte: G1.com

MEC divulga segunda chamada do Prouni

MEC divulga segunda chamada do Prouni

Convocados devem comprovar informações até o dia 22 de julho.
Lista de espera começa a ser formada a partir do dia 26.

Do G1, em São Paulo
O Ministério da Educação divulgou nesta terça-feira (16) o resultado da segunda chamada da segunda edição do Programa Universidade para Todos (Prouni) 2013 (veja link ao lado).
Os convocados deverão comprovar as informações nas universidades entre os dias 16 e 22 de julho. Entre os dias 26 e 29 de julho, ocorre o prazo para que os candidatos manifestem interesse em participar da lista de espera caso sobrem bolsas.
Nesta etapa o sistema registrou 436.941 candidatos a bolsas. O número de inscrições chegou a 844.864 — cada estudante pode optar até por dois cursos.
O número de bolsas para universidades particulares de ensino superior desta edição do Prouni subiu de 90.010 para 90.045, sendo 55.693 integrais, de acordo com o MEC.
O processo seletivo do Prouni é restrito ao estudante brasileiro que não possui diploma de curso superior, que tenha feito no mínimo 450 pontos e não tenha zerado no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2012. Também é necessário ter cursado o ensino médio na rede pública, ou na particular na condição de bolsista.
Para concorrer às bolsas integrais, o candidato não pode ter renda familiar bruta mensal per capita que exceda o valor de 1,5 salário mínimo. Para as bolsas parciais, o valor é de três salários mínimos.

Segunda chamada do Prouni está no ar  (Foto: Reprodução/ TV Globo)Segunda chamada do Prouni está no ar (Foto: Reprodução)

Fonte: G1.com

Projeto de Lei que estadualiza Feit é aprovado na Assembleia Legislativa

Projeto de Lei que estadualiza Feit é aprovado na Assembleia Legislativa

Fundação de Ituiutaba e outras cinco serão absorvidas pelo estado.
Instituições compõem a Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG).

Do G1 Triângulo Mineiro
Feit UEMG Ituiutaba estadual (Foto: Reprodução / TV Integração) 
Feit será administrada pelo Estado (Foto: Reprodução / TV Integração)
 
A Fundação Educacional de Ituiutaba (Feit) será administrada pelo estado. A Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) aprovou o projeto de lei que autoriza o Governo do Estado a absorver as instituições que compõem a Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG). Além da Feit, outras cinco instituições serão absorvidas pelo Estado.
O projeto de lei foi enviado em abri deste ano para a Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). Aprovado, ele segue para sansão do governador Antônio Anastasia. Com a absorção, a promessa é de mais investimentos em graduação, pesquisa e extensão.
Além da estrutura maior, a grande expectativa é pela gratuidade do ensino. O diretor administrativo da instituição, Eduardo Luiz Ferreira, afirmou que a previsão é de gratuidade para o próximo vestibular no final do ano. “Para adaptar tudo era preciso de um determinado tempo. Mas que é irreversível, não tenho dúvida”, disse.
Ele explicou que os atuais alunos serão automaticamente transferidos para a Universidade na data da publicação do decreto do governador, mas os inadimplentes terão que regularizar a situação para renovação das matrículas. “É uma oportunidade de negociar nas condições mais fáceis para ele estar apto para entrar na UEMG”, explicou. Em todo o estado, o número de cursos oferecidos passará de 32 para 112 nos próximos anos, o de alunos aumentará de 5.600 para 15 mil, e o de professores, de 853 para 1.800.

Feit UEMG Ituiutaba (Foto: Reprodução / TV Integração) 
Ituiutaba foi uma das primeiras a aderir ao projeto (Foto: Reprodução / TV Integração)
 
Depois de 20 anos de espera pela estadualização do ensino superior em Ituiutaba, o professor do curso de direito Fernando Melo da Silva espera o crescimento da instituição. “Que a UEMG se consolide como uma instituição de ensino séria, respeitada e que tenha produção acadêmica e cientifica no nível que se espera”, afirmou.
O estudante de engenharia da computação João Ludovico espera a gratuidade dos cursos e enxerga a estadualização como a possibilidade de ampliar os estudos dentro da instituição. “É a oportunidade que a gente tem de continuar os estudos, como pós-graduação e de forma gratuita”, reforçou.
Ituiutaba foi uma das primeiras cidades a aderir ao projeto da Universidade do Estado de Minas Gerais, em 1992. Desde então foram várias ações, mas o projeto nunca saiu do papel. A Fundação Educacional de Ituiutaba tem mais de dois mil alunos e, além da gratuidade, eles esperam investimentos para um ensino superior de qualidade.

Fonte: G1.com