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segunda-feira, 4 de julho de 2016

Ministério da Saúde destina R$ 49,8 milhões para hospitais universitários

Ministério da Saúde destina R$ 49,8 milhões para hospitais universitários

Mais de R$ 23 milhões irão para unidades do Sudeste.
Verba deverão ser utilizada para a ampliação de atendimentos.

Do G1, em São Paulo
Vista geral do prédio do Hospital Universitário Clementino Fraga, da UFRJ, no campus Fundão. Hospital foi inaugurado em 1º de março de 1978. (Foto: Rodrigo Gorosito/G1)Vista geral do prédio do Hospital Universitário Clementino Fraga, da UFRJ, no campus Fundão. Hospital foi inaugurado em 1º de março de 1978. (Foto: Rodrigo Gorosito/G1)
O Ministério da Saúde liberou R$ 49,8 milhões para ampliação e qualificação de hospitais universitários com atendimentos prestados pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Desse montante, R$ 23 milhões serão destinados a 13 unidades dos estados da região Sudeste.

Hospitais de todas as regiões do país - 20 estados e o Distrito Federal -  deverão ser beneficiados. Os valores serão repassados em parcela única para as instituições que comprovaram o cumprimento de metas de qualidade de porte e perfil de atendimento, capacidade de gestão, desenvolvimento de pesquisa, ensino e integração à rede do SUS.
A verba é parte do Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais (REHUF), parceria entre os ministérios da Saúde e Educação e instituída em 2010. Desde o início do programa, os hospitais receberam mais de R$, 2,9 bilhões. No ano passado, as unidades receberam R$ 344 milhões e outros R$ 1,4 bilhão de incentivo.

Valores que serão repassados por instituições do Sudeste:

Hospital Universitário C.Antonio Morais/UFES - R$ 470.249,32
Hospital das Clínicas/UFMG - R$ 8.861.885,15
Hospital Universitário - R$ 79.810,60
Hospital das Clínicas da UFTM - R$ 740.901,50
Hospital das Clínicas da UFU - R$ 9.314.345,14
Instituto de Ginecologia da UFRJ - R$ 14.895,50
Instituto Pueric. Ped Mat. Gesteora da UFRJ - R$ 2.800,00
Hospital Universitário da UFRJ - R$ 527.645,37
Maternidade Escola da UFRJ - R$ 294.855,32
Hospital Univ. Gaffree e Guinle da Unirio - R$ 171.246,32
Hospital Universitário Antonio Pedro - R$ 4.830,87
Hospital Universitário de São Carlos - R$ 118.640,59
Unifesp - Hospital Universitário - R$ 3.135.322,88

Fonte: G1.com

PUC-Campinas terá oito novos cursos de graduação em 2017; confira a lista

PUC-Campinas terá oito novos cursos de graduação em 2017; confira a lista

Veterinária, relações internacionais e engenharia são alguns destaques.
Universidade irá oferecer um total de 57 opções no próximo vestibular.

Do G1 Campinas e Região
Universidade PUC-Campinas (Foto: Departamento de Comunicação PUC-Campinas)
PUC lança oito novos cursos de graduação (Foto: Departamento de Comunicação PUC-Campinas).

A PUC-Campinas anunciou nesta quinta-feira (23) a abertura de oito novos cursos de graduação em 2017. No processo seletivo para o próximo ano, a universidade irá oferecer ao total 57 opções, entre bacharelados, licenciaturas e superiores de tecnologia.
Os novos cursos são: medicina veterinária, relações internacionais, engenharia de software, engenharia mecânica, superior de tecnologia em gestão de recursos humanos, superior de tecnologia em gestão comercial, superior de tecnologia em gestão financeira e superior de tecnologia em gestão pública.

Duração e vagas

Os cursos superiores de tecnologia terão duração de cinco semestres. Serão oferecidas 60 vagas para cada um no período noturno. As aulas vão ocorrer no campus II, localizado no Jardim Ipaussurama.
O curso de relações internacionais terá 60 vagas e duração de oito semestres em período integral. As aulas serão ministradas no campus I, no Parque das Universidades.
A graduação em engenharia de software terá duração de oito semestres e o bacharelado em mecânica dez. Serão oferecidas 60 vagas em cada curso. As aulas serão ministradas no campus I no Centro de Ciências Exatas, Ambientais e de Tecnologia em período integral.
Já medicina veterinária terá a duração de oito semestres no período integral e 10 semestres, se cursado no noturno. Serão oferecidas 120 vagas, 60 por turno. As aulas ocorrerão no campus II. O curso faz parte do Centro de Ciências da Vida da universidade.

Fonte: G1.com

Escola de arquitetura da USP vai destinar 30% das vagas ao Sisu

Escola de arquitetura da USP vai destinar 30% das vagas ao Sisu

Sistema do MEC seleciona a partir do desempenho no Enem. Escola de comunicação da USP também aderiu ao sistema.

Do G1, em São Paulo
A Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP) vai destinar 30% das vagas para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) 2017. A decisão foi deliberada pela congregação da FAU na quinta-feira (30).
Das 190 vagas (150 para o curso de arquitetura e urbanismo e 40 para design), 57 serão reservadas ao Sisu.
O Sisu é o sistema do Ministério da Educação que reúne vagas de instituições públicas de ensino superior e seleciona os candidatos a partir do desempenho no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
Por conta da adesão ao Sisu, a faculdade decidiu suspender, em caráter experimental, a prova de habilidades específicas para os ingressantes em 2017.

Comunicação
Na semana passada, a Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP) também anunciou a adesão ao Sisu. Serão destinadas 83 vagas para a seleção de 2017.
Os cursos de licenciatura em educomunicação, biblioteconomia, jornalismo, editoração, publicidade e propaganda, relações públicas e turismo oferecerão as vagas distribuídas para ampla concorrência, alunos que saíram de escolas públicas e pretos, pardos e indígenas.
Os demais cursos da unidade que possuem provas de habilidades específicas, no entanto, não participarão do Sisu. Segundo a ECA, a participação desses cursos ainda está sendo estudada.

Queda no total de alunos de escola pública
A estreia da USP no Sisu deste ano contribuiu para a diminuição do número de alunos oriundos da rede pública ingressantes nos cursos da USP e na Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.
Neste ano, 2.855 alunos, o equivalente a 27% do total de vagas, concluíram o ensino médio exclusivamente na rede pública e foram aprovados no vestibular da Fuvest 2016. No ano passado, esse montante era de 3.520 alunos, o equivalente a 29,2%.
A assessoria de imprensa da Fuvest atribuiu à queda ao número de vagas que foram destinadas pela primeira vez ao Sisu. Foram disponibilizadas 1.489 vagas ao Sisu, só que apenas 567 delas foram preenchidas por alunos que cursaram o ensino médio exclusivamente em escolas públicas. No total, 45% das vagas ficaram ociosas.
Onze cursos da USP não conseguiram selecionar nenhum aluno, de acordo com levantamento do G1 . Ao todo, 10,4% das vagas terminaram sem candidatos aptos no processo.
São carreiras que exigiram, para participação no processo seletivo, de notas mínimas de 650 ou de 700 pontos em cada prova do Enem 2015. Houve ainda sete cursos que somente conseguiram preencher parcialmente as vagas oferecidas.

Fonte: G1.com

Faculdade de Campinas oferece 30 bolsas para pessoas com deficiência

Faculdade de Campinas oferece 30 bolsas para pessoas com deficiência

Candidatos deverão comprovar elegibilidade por meio de laudo médico.
Cursos de graduação serão realizados na modalidade de ensino a distância.

Do G1 Campinas e Região
Esta é a segunda vez que a faculdade oferece bolsas para pessoas com deficiência. A primeira vez foi no primeiro semestre deste ano, quando foram ofertadas 13 bolsas.
Os candidatos com deficiência interessados deverão efetivar a inscrição no processo seletivo pela internet ou diretamente em uma das unidades até 31 de agosto. Em caso de aprovação no processo seletivo, os candidatos deverão comprovar elegibilidade ao programa por meio de laudo médico e a apresentação de toda documentação necessária.
A lista completa de documentos deverá ser consultada no edital disponível na internet.

Fonte: G1.com

Brasileiros vão disputar Olimpíada de Matemática em Hong Kong

Brasileiros vão disputar Olimpíada de Matemática em Hong Kong

Delegação, formada por seis alunos, faz treinamento intensivo em SP. Olimpíada Internacional de Matemática reúne alunos de 100 países.

Do G1, em São Paulo
Os “atletas” são de três estados: Andrey Jhen Shan Chen, Pedro Henrique Sacramento de Oliveira e Gabriel Toneatti, de São Paulo; Daniel Lima Braga e George Lucas Diniz Alencar, do Ceará; e João Cesar Campos Vargas, de Minas Gerais.
Os seis estudantes foram escolhidos para representar o Brasil após um rigoroso processo de seleção que considerou os resultados na Olimpíada Brasileira de Matemática (OBM) de 2015 e em quatro provas realizadas este ano.
As provas da IMO 2016 serão nos dias 11 e 12 de julho, e os alunos dos cerca de 100 países participantes, terão, em cada dia, quatro horas e meia para resolver três questões (são seis questões ao todo, cada uma valendo sete pontos).
Os resultados serão divulgados no dia 15 de julho, durante a cerimônia de encerramento do evento. Em 2017, a IMO será, pela primeira vez, no Brasil. A equipe que participará da IMO 2016 terá como líder o professor Nicolau Saldanha e como vice-líder o professor Samuel Barbosa Feitosa.
Conheça um pouco mais sobre os atletas que buscarão para o Brasil medalhas na mais tradicional e competitiva olimpíada de matemática do mundo:
Andrey Jhen Shan Chen, 16 anos, de Campinas (SP), tem no currículo três medalhas de ouro na OBM e várias medalhas em olimpíadas internacionais. Depois da IMO, pretende fazer graduação em Matemática. É o aluno mais novo da equipe. Este ano, conquistou medalha de prata na Olimpíada do Cone Sul, realizada na Argentina.
Pedro Henrique Sacramento de Oliveira , 16 anos, de Vinhedo (SP), foi cinco vezes medalhista de ouro na OBM, e participou da IMO 2015, onde conquistou medalha de prata. Também participa de competições de informática e se classificou para a Olimpíada Internacional de Informática deste ano, na Rússia. Na graduação, pretende estudar matemática e informática, sendo fã da área de inteligência artificial.
Gabriel Toneatti, 18 anos, de Osasco (SP), também participou da IMO no ano passado e conquistou medalha de bronze. Pretende estudar biologia molecular e ciência da computação, e tem como referência o professor Eric Lander, que também participou da IMO e que hoje dedica boa parte de sua carreira ao Projeto Genoma.
Daniel Lima Braga, 18 anos, de Eusébio (CE), também tem várias premiações importantes, que incluem duas medalhas de prata na IMO 2014 e IMO 2015, e ouro na OBM 2015. Já está de malas prontas para, após a IMO 2016, ir para a Universidade de Princeton, nos EUA, onde foi admitido.
George Lucas Diniz Alencar, 17 anos, de Fortaleza (CE), medalhista de ouro na OBM 2015, é estreante na IMO, mas diz que está confiante de que conseguirá um bom resultado. Para isso, diz ele, tem estudado nos últimos meses de oito a dez horas por dia.
João Cesar Campos Vargas, 17 anos, de Passa Tempo (MG), foi medalhista de bronze na IMO 2015 e ouro na OBM 2015. Estudou em escolas públicas até o ano passado, e por várias vezes foi medalhista de ouro na Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep).

Fonte: G1.com

Escola desenvolve projeto de estudo baseado no interesse dos alunos

Escola desenvolve projeto de estudo baseado no interesse dos alunos

Escola é a Maria Peregrina, que fica em São José do Rio Preto (SP).
Além da escolha do tema para estudar, maneira de dar a aula é diferente.

Do G1 Rio Preto e Araçatuba
Uma escola de São José do Rio Preto (SP) conseguiu inovar no ensino e os próprios alunos decidem o que vão estudar. E pode até parecer estranho, mas isso está funcionando muito bem. Além da escolha do tema para estudar, a maneira de dar a aula também é diferente e vem agradando os alunos.

Na escola, por exemplo, é possível estudar todos os dias no pátio e conviver com alunos de todas as idades. Assim é a rotina nas aulas na Escola Maria Peregrina. Eles formam grupos por assuntos de interesse, como guerra na Síria, educação, confeitaria. Os alunos com o mesmo tema se juntam em grupos, não importa a idade. Daí eles estudam todas as matérias tendo como base o assunto que escolheram. “Aquele tema que tiver a ver com meu projeto eu pego, que quero aprender, o que não conseguimos encaixar no projeto é a aula extra”, afirma a aluna Luany Manfrin de Oliveira, de 14 anos.
A aula extra na escola é para cumprir a grade de conteúdo do Ministério da Educação. Os alunos vão para sala para ver o conteúdo que não se encaixou no assunto que ele escolheu para trabalhar. Para se ter uma ideia, sala de aula na escola, com lousa, só tem uma.

Temas das aulas ficam em mural para aluno escolher (Foto: Reprodução/ TV TEM)
Temas das aulas ficam em mural para alunos escolher(Foto: Reprodução/ TV TEM)

Na escola quem faz o planejamento escolar também é o aluno. “Existe uma sequência de conteúdo, mas não é uma sequência do que é primeiro, segundo, terceiro. É sequência de conteúdo que precisa ser aprendido naquela faixa etária”, afirma a coordenadora Luciana Pereira da Silva.
Os professores atendem ao mesmo tempo alunos de várias séries e como tem alunos de diferentes idades um sempre ajuda o outro. “Se alguma pessoa do oitavo ano tiver dúvida, como sou do nono ano, eu posso ajudar. E pessoas do ensino médio também podem vir ajudar”, diz a estudante Bruna Liberato, de 15 anos.
Na escola tem hora para tudo, como estudo, limpeza, atividade extra, intervalo para brincar. E em uma escola tão diferente tem algo que também chama muita atenção. Na Maria Peregrina não tem prova, não tem nota, média, recuperação. “Meus amigos falam que tem prova na escola, eu não sei o que é isso. A gente faz o gosto da gente, o que a gente quer aprender, fica mais fácil”, afirma o aluno Luiz Guilherme Crepaldi, 14 anos.
A fundadora da escola, Mildren Lopes Wada Duque, diz que percebeu com o tempo o interesse do aluno pela escola. “Primeiro ponto que os pais perceberam é que o filho quer estar na escola, porque a demanda maior era de alunos encaminhados pelo Conselho Tutelar que não queriam ir para a escola. Além do conteúdo, que até então era difícil, agora se torna de um jeito capaz dele resolver”, afirma.
Os alunos são avaliados no dia a dia e o professor faz um relatório sobre o aprendizado de cada um. Professor, que aliás, tem uma dedicação muito diferente na escola. “Me sinto desafiada todo dia, as perguntas dos alunos são desafiadoras, isso tira o professor da zona de conforto. O aluno vem com a demanda e a gente prepara a aula a partir disso. Qualquer professor que tenha esse tipo de experiência é satisfatório”, diz a professora de matemática Alana Fuzaro de Barros.

Alunos formam grupo de estudos para a aula (Foto: Reprodução/ TV TEM)Alunos formam grupo de estudos para a aula (Foto: Reprodução/ TV TEM)
Fonte: G1.com

Fies: prazo para conclusão da inscrição é prorrogado

Fies: prazo para conclusão da inscrição é prorrogado

Estudantes convocados terão até o dia 15 de julho para concluir inscrição. MEC garante que o processo de financiamento não será prejudicado.

De acordo com o Ministério da Educação, a mudança ocorreu por ajustes na fórmula de cálculo do sistema, que passou a levar conta a faixa de renda de 2.5 para 3 salários mínimos. O MEC garante que o processo de financiamento não será prejudicado.
O Fies teve 294 mil inscritos entre os dias 24 e 29 de junho. Ele é uma das três principais iniciativas do governo federal na gestão do ensino superior. Enquanto o Sisu (Sistema de Seleção Unificada) seleciona para vagas em universidades públicas e o Prouni (Programa Universidade para Todos) concede bolsas em instituições particulares, o Fies oferece contratos de financiamento com foco em alunos de baixa renda.

Mudanças: renda e seleção
A partir deste semestre , o MEC adota um sistema parecido com o do Prouni na hora da seleção dos estudantes: os inscritos poderão mudar a opção de curso quantas vezes quiserem de acordo com a nota de corte que será divulgada pelo sistema a partir do segundo dia de inscrições.
Caso o candidato altere ou cancele sua inscrição no Fies, a vaga volta a ser disponibilizada pelo sistema para nova inscrição.
Outra novidade é elevação da renda familiar per capita de 2,5 salários mínimos para 3 salários para a concessão de novos financiamentos.

Cursos prioritários
O MEC decidiu reduzir o percentual de contratos que deveriam ser fechados exclusivamente com estudantes das áreas de saúde, engenharia e licenciatura. Antes, essas áreas recebiam 70% dos financiamentos. A partir desta edição, o percentual será reduzido para 60%.
Ainda dentro de cada uma das subáreas haverá nova divisão:
- Cursos prioritários da área de saúde passam de 45% para 50%;
- Cursos prioritários da área de engenharia passam de 35% para 40%;
- Cursos prioritários da área de licenciatura, pedagogia e "normal superior" caem de 20% para 10%.
Além disso, segundo o MEC, está prevista nova etapa de inscrição para vagas remanescentes com prazo específico para estudantes inscritos e não aprovados.

Calendário Fies 
Inscrições no sistema em única chamada: 1º de julho
Lista de espera: 4 de julho a 10 de agosto

Contato para dúvidas
Mais informações podem ser obtidas pelo site do Fies ou pelo telefone 0800-616161.

Fonte: G1.com